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SOBRE A BLACK GHOST · DEFESA CIBERNÉTICA AUTÔNOMA

Infraestrutura de defesa cibernética autônoma, construída a partir do Brasil.

A Black Ghost constrói uma nova camada de defesa: agentes autônomos capazes de entender e responder a ameaças em velocidade de máquina. Nascemos no Brasil, onde a autonomia tecnológica é estratégica — mas o mercado é o mundo.

01O PROBLEMA

A defesa parou no tempo enquanto o ataque evoluiu.

A IA está mudando a economia e a velocidade dos ataques. Reconhecimento, descoberta de superfície, exploração, engenharia social e evasão estão sendo automatizados. Os ataques ficaram mais rápidos, adaptáveis e autônomos.

A defesa tradicional, porém, ainda depende de regras estáticas, assinaturas, playbooks fixos, alertas e intervenção humana. A assimetria entre ataques adaptativos e defesas estáticas é o problema central que atacamos. Se o ataque virou autônomo, a defesa também precisa virar.

01

Ataques em velocidade de máquina

A IA permite automatizar reconhecimento, exploração e evasão. Times humanos não conseguem acompanhar apenas com processos manuais.

02

Defesas estáticas

Regras, assinaturas e playbooks pré-escritos não cobrem campanhas que mudam a cada execução.

03

Ferramentas desconexas

Dezenas de produtos que só detectam e alertam empurram decisão e resposta para o analista, que fica sempre atrasado.

04

Infraestrutura crítica

Energia, telecomunicações, saúde e transportes operam sistemas cuja indisponibilidade tem consequência física, econômica e social imediata.

05

Dependência estratégica

Defesa crítica não pode depender exclusivamente da disponibilidade, jurisdição ou política comercial de terceiros para continuar funcionando.

02NOSSA ORIGEM

Começamos onde os ataques começam.

A Black Ghost nasceu na segurança ofensiva. Antes de defender, passamos anos entendendo como atacantes encontram e exploram falhas reais: como um endpoint esquecido vira porta de entrada, como uma credencial fraca vira movimentação lateral, como um detalhe de configuração vira comprometimento completo.

Entender como atacar foi o primeiro passo para entender como construir uma defesa melhor. Não é uma frase de efeito — é o motivo pelo qual cada decisão de arquitetura da nossa tecnologia começa com a pergunta "como eu quebraria isso?".

É também o que nos separa de quem constrói segurança a partir de um documento de requisitos. Nós encontramos os problemas primeiro. Depois construímos a resposta.

03NOSSA EVOLUÇÃO

Da segurança ofensiva à tecnologia de segurança.

Cada etapa alimenta a próxima. Não pulamos nenhuma.

Segurança ofensiva
Inteligência do mundo real
Capacidade defensiva
Tecnologia proprietária
Infraestrutura de defesa autônoma

04COMO CONSTRUÍMOS

Operação, pesquisa, tecnologia e formação.

01

Operação

Atuamos diretamente na proteção de empresas, aplicações, redes, nuvens e infraestruturas críticas por meio de serviços ofensivos e defensivos. É o que nos mantém em contato com o problema real.

02

Pesquisa e desenvolvimento

Transformamos desafios operacionais reais em pesquisa aplicada, automação e desenvolvimento de ferramentas proprietárias. O que dói na operação vira prioridade de engenharia.

03

Tecnologia proprietária

Estamos construindo o Argos: um agente autônomo AI-native, com componentes próprios para coleta de telemetria, análise na borda, detecção e resposta — multiplataforma, para Windows, Linux e macOS.

04

Formação de capacidade

Desenvolvemos conhecimento, processos e profissionais capazes de operar e evoluir tecnologias críticas de segurança. Tecnologia sem gente que a domine não gera autonomia.

05ONDE QUEREMOS ATUAR

Proteção para ambientes onde segurança e controle são críticos.

01

Governo e defesa

Proteção de dados públicos, sistemas estratégicos e serviços essenciais sob requisitos elevados de sigilo, jurisdição e continuidade.

02

Infraestrutura crítica

Defesa de energia, telecomunicações, indústria, transportes, saúde e demais ambientes cuja indisponibilidade produz consequências reais.

03

Setores regulados e empresas estratégicas

Finanças, saúde e organizações responsáveis por grandes volumes de dados e operações críticas que precisam reduzir dependências e aumentar a capacidade de resposta.

04

Tecnologia e SaaS

Segurança ofensiva e defensiva integrada ao desenvolvimento de empresas que estão construindo a próxima geração de serviços digitais — no Brasil e no exterior.

06O QUE NOS MOVE

Autonomia como princípio. E o que não abrimos mão.

01

Controle do cliente

A capacidade de proteger dados e sistemas estratégicos não pode depender exclusivamente de decisões, jurisdições e prioridades comerciais de terceiros. O cliente mantém controle sobre seus dados, suas chaves, suas políticas e sua resposta. A soberania é consequência dessa arquitetura.

02

Conhecimento ofensivo a serviço da defesa

Conhecemos os dois lados. Usamos a mesma lógica que um atacante usa para encontrar falhas, mas com um único objetivo: transformar esse conhecimento em prevenção, detecção e resposta reais.

03

Continuidade acima da conveniência

Uma defesa crítica precisa seguir funcionando mesmo diante de restrições externas, indisponibilidade de fornecedores ou mudanças geopolíticas. Projetamos para continuidade, não para dependência.

04

Ética, legalidade e sigilo absolutos

Operamos sempre dentro da lei, com autorização documentada e NDA antes de qualquer trabalho. Transparência técnica total com quem confia na gente; discrição absoluta sobre o que descobrimos.

07O TIME

Os especialistas por trás de cada operação.

A Black Ghost foi fundada por especialistas com competências complementares em engenharia de software, segurança ofensiva e inteligência artificial. Unimos engenharia, pesquisa e operações de segurança para construir tecnologia de defesa capaz de enfrentar ameaças reais.

  • João Vitor

    Co-fundador · CEO · Engenheiro de Software

    Engenheiro de software com experiência no desenvolvimento de sistemas utilizados por órgãos públicos brasileiros. Na Black Ghost, lidera a estratégia da empresa e transforma problemas de segurança em produtos e operações capazes de proteger ambientes reais. É responsável pela infraestrutura da plataforma, arquitetura de software e pela direção técnica dos projetos.

    • Estratégia
    • Engenharia de Software
    • Infraestrutura
  • Luís Felipe

    Co-fundador · CISO · Pentester & Security Researcher

    Profissional de segurança ofensiva com experiência na descoberta e exploração de vulnerabilidades em grandes empresas dos setores automotivo e de construção civil. Atuou como líder técnico da equipe de hackers do Discord. Na Black Ghost, lidera segurança ofensiva, reconnaissance, pentest e research, conduzindo a identificação de caminhos reais de comprometimento antes que sejam explorados por adversários.

    • Pentest
    • Red Team
    • Security Research
  • Pablo

    Co-fundador · CTO · Engenheiro de Software

    Engenheiro de software focado em arquitetura, sistemas distribuídos e construção de infraestrutura de segurança. Na Black Ghost, lidera a engenharia da plataforma, transformando os requisitos de segurança em sistemas robustos, escaláveis e preparados para operação em ambientes críticos.

    • Arquitetura
    • Engenharia de Software
    • Sistemas Distribuídos
  • Guilherme

    Co-fundador · CAIO · Engenheiro de Software

    Engenheiro de software e mestre em Inteligência Artificial, com foco na aplicação de modelos de IA a problemas complexos de engenharia e segurança. Na Black Ghost, lidera a pesquisa e o desenvolvimento das capacidades de inteligência artificial da plataforma, trabalhando na detecção, análise e resposta autônoma a ameaças.

    • Inteligência Artificial
    • Machine Learning
    • Engenharia de Software

08COMO OPERAMOS

O processo. Transparente. Documentado. Sem improviso.

  1. 01

    Scoping antes do orçamento

    Nenhuma proposta é enviada sem uma conversa inicial gratuita de 30 minutos. Você não recebe um número até a gente entender o que vai testar ou defender.

  2. 02

    Documentação contratual completa

    NDA, MSA, Statement of Work e Rules of Engagement. Tudo assinado antes de qualquer trabalho técnico começar. Padrão internacional.

  3. 03

    Operadores humanos no comando

    As ferramentas automatizadas fazem parte do processo, mas cada finding crítico é validado manualmente por um especialista sênior.

  4. 04

    Reteste incluído como regra

    Confirmar que a correção funcionou é parte do trabalho, não um custo extra. O reteste faz parte do engajamento.

  5. 05

    Dois relatórios por engajamento

    Documento técnico detalhado para o time de engenharia e um sumário executivo de uma página para o C-level. Você não precisa traduzir nada.

09NOSSA VISÃO

Defesa autônoma, construída a partir do Brasil.

Não buscamos isolamento tecnológico. Buscamos autonomia: a capacidade de escolher, integrar, substituir e continuar operando independentemente de decisões externas.

O endpoint é o primeiro campo de batalha. A partir do Argos, a visão é construir uma camada de infraestrutura de defesa autônoma capaz de proteger diferentes superfícies — endpoint, nuvem, rede e identidade — com arquitetura, processamento e continuidade sob controle do cliente.

Construímos, a partir do Brasil, tecnologia de defesa cibernética capaz de proteger organizações em qualquer lugar do mundo. A soberania é um princípio de arquitetura; o mercado é global.

Pronto para fortalecer a sua defesa com a gente?

Fale com nossos especialistas. Sem teatro comercial. Entendemos o seu contexto e mostramos como podemos ajudar hoje.